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Utilizando nossa plataforma de crowdsourcing com mais de 1 milhão de usuários analisamos como está o cenário profissional brasileiro para homens e mulheres depois da maternidade/paternidade.

POR QUE

PESQUISAR

SOBRE?

Você sabia que 62% das mulheres já foram perguntadas se pretendem ter filhos em entrevistas de emprego? E entre elas, 45%  acredita que sua resposta foi decisiva na hora da contratação.
São fatos como este que motivaram nossa CPO (Líder de produto) e idealizadora do projeto Carol Dantas a  encabeçar uma pesquisa profunda sobre equidade de gênero no mercado de trabalho, inspirada pelo estudo dinamarquês “Children and Gender Inequality: Evidence from Denmark” que atribuiu até 80% das diferenças de remuneração entre homens e mulheres à decisão de ter filhos, e também por questões pessoais, pois desde criança as diferenças entre homens e mulheres chamavam sua atenção: “por que sua mãe tinha o sobrenome do seu pai, mas seu pai não usava o sobrenome da sua mãe?”.

O PONTO

DE VIRADA

Ao descobrir que estava grávida, o momento de contar o fato para seu chefe despertou um sentimento de angústia e medo, pois no mercado era comum que a maternidade atrapalhasse na carreira, além de conhecer muitos casos de mulheres que foram “colocadas na geladeira” após se tornarem mães, e até mesmo mulheres que foram demitidas ou induzidas a se demitir.

Me preocupei que situações como esta, que já são muito difíceis para as mulheres, sofressem algum tipo de impacto maior devido a onda conservadora que estamos vivendo.

A partir disso, veio necessidade de analisar:

O que realmente acontece na carreira de mulheres e homens após terem filhos?"

Carol Dantas • CPO da alexandria.ai

METODOLOGIAS QUE USAMOS

by

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Durante 1 semana, por meio do nosso painel

100% mobile, falamos com intimidade com

1622 pessoas em dois estudos. 
Para a pesquisa quantitativa, falamos com homens e mulheres de todas as classes com e sem filhos.

768

MULHERES

704

HOMENS

31%

CLASSE A/B

70%

CLASSE CDE

69%

CLASSE CDE

30%

CLASSE A/B

Dos 1.472 entrevistados...

50%

COM FILHOS

50%

SEM FILHOS

SU

DES

TE

TODOS OS

RESPONDENTES

SÃO MORADORES DA REGIÃO

DO BRASIL

Em paralelo também foi feito um estudo antropológico por meio do voices, que conversou com mais 150 pessoas (50% homens e 50% mulheres), que têm filhos, das classes sociais AB na região sudeste do país, onde de forma direta e íntima, através de vídeos gravados pelo smartphone, em formato selfie, sem intermediador, responderam a pergunta: "O que mudou na sua vida profissional após ter filhos?". A análise do estudo foi feita por um dos únicos antropólogos digitais do Brasil, Juliano Spyer, Head of Human Insights da alexandria.ai

Foi assim que chegamos a dados que nos mostraram o que é padrão na realidade brasileira e queremos dividir com vocês. 

É importante ressaltar que todo o estudo foi financiado pela alexandria.ai,  baseados em um movimento interno que chamamos de #Data4Good. Sabemos da importância de analisar o comportamento humano e o impacto que essas informações podem trazer para a sociedade e por isso a distribuiremos sem custo algum.

Está no nosso DNA, tanto como empresa e como time que aqui trabalha, usar dados para o bem trazendo insights e estudos que enriqueçam discussões sociais necessárias.

Está com a gente nessa?
Quer fazer a diferença e ter acesso ao estudo?
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